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Moda | The Talks

A minha paixão pela moda despertou desde muito cedo. Provavelmente por inspiração da minha mãe, que será sempre a minha fashionista de eleição, sempre olhei para a roupa como uma forma de me expressar: quem sou, quem quero ser. As minhas avós percebem muito de costura – uma delas foi costureira de profissão, inclusive – e têm máquinas de costura cujos sons conheço de cor. A minha avó adora contar uma história sobre um desenho que fiz na primária, de uma menina, em que pintei os sapatos da mesma cor da blusa e disse para a professora: “tem de condizer”. Desde pequena, sou rodeada de simples momentos que me fizeram apaixonar pela moda – e é esta a arte que me define.

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Moda | Workwear Essentials

Recentemente comecei a trabalhar e o cuidado com o que vestir no dia seguinte começou a ser maior. Apesar de sempre ter tido um estilo casual-chic que se adaptaria bem a um dia-a-dia no escritório, abracei esta nova fase como um desafio para me reinventar um pouco e adicionar algumas peças com um toque mais profissional ao meu roupeiro. Rapidamente me apercebi de que conseguiria criar imensos looks diferentes com uma só base – umas calças, uma camisola e um casaco.

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Moda | Os meus 5 princípios

A moda acompanha épocas, culturas, movimentos, o que para mim vai muito além da própria indústria. Tenho uma ideia romântica da moda: mais do que uma simples escolha de dia-a-dia, uma forma de expressão artística que diz quem somos e quem queremos ser pela nossa postura nas roupas que vestimos. Gosto de acreditar que é essa natureza expressiva que apaixona tantas pessoas por esta arte.

Por desde adolescente ter encarado a moda como uma forma de me expressar, estava constantemente à procura de novas peças e tendências que me permitissem cada vez mais dizer quem era – o que levou a que começasse a comprar roupa nova com bastante frequência. A minha breve experiência com o consumismo começou pela altura em que os meus pais me deram liberdade para comprar a minha própria roupa, com 15/16 anos. Provavelmente por desde pequenina passear pelos corredores das lojas com a minha avó, estava familiarizada com a qualidade e o custo de diversas marcas. As peças que comprava não eram demasiado caras e, de facto, eram ao meu gosto. No entanto, a minha sensibilidade pela roupa não era tão delicada como agora, pelo que as peças nem sempre eram de boa qualidade ou conjugavam com o que tinha em casa. Com o passar do tempo, comecei a perceber que rapidamente deixava de ter gosto em vestir a maior parte dessas peças e sentia necessidade de comprar mais. E isto é, resumidamente, o consumismo.

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