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The Happiness Project

The Happiness Project: um projeto que tem ganho cada vez mais relevância no meu final de ano. Desde nova que defino resoluções para o ano seguinte, num quase “tradição” que tento cumprir todos os anos. Desde março que tenho vivido os meses mais desassossegados de que me lembro – entre o final da licenciatura e a entrada no mercado de trabalho – e, prestes a começar uma fase que (espero!) será mais serena, tenho pensado bastante em tudo o que quero que faça parte do meu próximo ano.

Enquanto andava nestes pensamentos, dei de caras com o The Happiness Project, através do podcast Officina da Cláudia Fonseca, autora do Officinalis. Sigo este podcast quase desde o seu início e tem sido uma inspiração para mim. Desde que comecei a seguir mais blogs que sinto que verdadeiramente me acrescentam algo, de bloggers que partilham o que sentem ou pensam, de uma forma natural e sem muitas regras, percebi que este mundo de influencers traz-nos aquilo que escolhemos para nós. Neste caso, o Officina introduziu-me a este projeto que me parece um bom ponto de partida para quem quer adotar pequenas coisas que tragam mais felicidade a cada dia.

The Happiness Project é o título do livro da autora Gretchen Rubin, ainda que goste muito mais do subtítulo – Why I Spent A Year Trying To Sing In The Morning, Clean My Closets, Fight Right, Read Aristotle, And Generally Have More Fun. Ainda não tive a oportunidade de comprar o livro, mas já li algumas páginas.

There’s bravery in being soft.

Gretchen definiu as pequenas coisas que a faziam mais feliz e procurou incorporar pequenos hábitos no seu dia-a-dia, segundo diversas áreas durante os doze meses do ano. Uma das coisas de que mais gosto neste projeto é a ideia de não ser necessário fazer grandes mudanças na nossa vida – mudar de cidade, de casa, de emprego – para sermos felizes, o que me leva automaticamente para uma ideia de felicidade aqui e agora. Uma das coisas que a Cláudia diz com que mais me identifico é a ideia de “quando concluir a licenciatura, vou ser feliz; quando encontrar um emprego, vou ser feliz” diminuir bastante aquilo que é, de facto, a felicidade. Uma segunda coisa que tenho vindo a gostar muito também é de perceber como a felicidade significa algo diferente para cada um(a) de nós – para mim, a felicidade está em acordar às seis da manhã para caminhar, enquanto para o Bryan a felicidade está em fazer um treino intenso ao final do dia. Adoro descobrir que, de facto, encontramos felicidade em diferentes momentos do nosso dia-a-dia e acredito que o que nos faz criar uma maior empatia com alguém está também na partilha de momentos mutuamente felizes.

Não vos quero estragar a surpresa acerca deste The Happiness Project, por isso aconselho-vos a pesquisarem sobre o livro e a ouvirem o primeiro e o segundo podcast da Cláudia sobre este tema. Posso adiantar-vos que tenho adorado delinear o meu projeto e perceber quais os bons hábitos que quero levar comigo durante todo o ano. Tem sido um projeto que me fez ganhar ainda mais consciência de onde estou e de onde quero estar. Gostam da ideia?

Inês Nobre
Um blog sobre muito do que melhor me define, que une as minhas formas prediletas de me expressar: a moda e a escrita.

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