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MODA | Fashion Series: Fast Fashion

Começa uma nova série de posts no blog – Fashion Series (nota-se que tenho o meu sentido criativo bastante apurado, não?). Neste conjunto de artigos, escreverei sobre moda consciente e responsável, introduzindo conceitos e movimentos nesta área. Estou bastante entusiasmada por partilhar convosco uma perspetiva que não é tão apresentada nos blogs de moda e, com esperança, levar-vos a refletir sobre o impacto do consumismo na sociedade e no ambiente.

Fast Fashion é um modelo de produção e consumo de moda, que surgiu nos anos 90. Consiste na produção de roupas e acessórios fabricados, distribuídos, consumidos e desvalorizados de forma bastante rápida, o que origina diversos problemas ao nível social, económico, ambiental. Apesar de cada vez mais se dialogar sobre as condições de trabalho na produção de moda, a par do impacto desta indústria no nosso planeta, há ainda que percorrer um longo caminho para que se ganhe verdadeira consciência sobre este assunto. E, no fundo, a verdade é: quem não quer vestir as novas tendências a um baixo custo?

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Moda | Os meus 5 princípios

A moda acompanha épocas, culturas, movimentos, o que para mim vai muito além da própria indústria. Tenho uma ideia romântica da moda: mais do que uma simples escolha de dia-a-dia, uma forma de expressão artística que diz quem somos e quem queremos ser pela nossa postura nas roupas que vestimos. Gosto de acreditar que é essa natureza expressiva que apaixona tantas pessoas por esta arte.

Por desde adolescente ter encarado a moda como uma forma de me expressar, estava constantemente à procura de novas peças e tendências que me permitissem cada vez mais dizer quem era – o que levou a que começasse a comprar roupa nova com bastante frequência. A minha breve experiência com o consumismo começou pela altura em que os meus pais me deram liberdade para comprar a minha própria roupa, com 15/16 anos. Provavelmente por desde pequenina passear pelos corredores das lojas com a minha avó, estava familiarizada com a qualidade e o custo de diversas marcas. As peças que comprava não eram demasiado caras e, de facto, eram ao meu gosto. No entanto, a minha sensibilidade pela roupa não era tão delicada como agora, pelo que as peças nem sempre eram de boa qualidade ou conjugavam com o que tinha em casa. Com o passar do tempo, comecei a perceber que rapidamente deixava de ter gosto em vestir a maior parte dessas peças e sentia necessidade de comprar mais. E isto é, resumidamente, o consumismo.

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